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Miami – A chegada -dia 1 de 10

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A viagem começou com uma saída muito cedo de Portugal e uma escala em Paris, onde fiquei 6 longas horas à espera do vôo de conexão para o meu destino final.
Se Paris é a cidade do romance, já o aeroporto é horrível. Felizmente, a perua encontrou um Duty Free e o tempo perdeu-se assim.
A chegada aos Estados Unidos foi atribulada, a alfândega e o controle de passaporte não me deram tréguas,roubando-me mais uma hora e meia do meu tempo. Mas nada como encontrar depois de 4 meses, o meu namorado, o que fez com que esse evento todo valesse a pena.

Os dias em Miami tem sido intensos e cheios de surpresas deliciosas, a idéia é que eu não saiba de nada do que vai acontecer no dia e assim os dias tornam-se mágicos.Tenho só indicações do que vestir e não fazer muitas perguntas como sempre faço.
Logo na chegada fomos a um restaurante à beira mar chamado Bamboo, no hotel & resort em Ocean Drive – Fort Lauderdale.

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Pedi uma “CAPRESE SALAD”, e pelo preço, imaginei que viesse um saladão, mas não, fui surpreendida por cinco rodelas de tomate cobertas de cinco sutis fatias finas de queijo que repousavam em tímidas folhas de rúcula. Apesar de delicioso, foi um prefácio do que estava por vir nos próximos dias.
O restaurante é muito agradável e a brisa quente da Flórida em conjunto com a temperatura do mar, são um convite a banhos noturnos.
Era mesmo aqui que eu queria estar : )

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Os Cadeados da Ponte de Paris

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É comum a sociedade se chocar com vários tipos de atentado, atentados à vida, a uma raça, a um país, sendo todos propulsionados por diferentes motivos, certos ou errados.Mas nunca havia visto, por qualquer motivo, um atentado ao amor.Por qualquer razão que tenha sido, estética, de engenharia, ou segurança, a forma descuidada de como foram retirados os cadeados da ponte de paris, é quase um ato terrorista de atentado ao amor.
A cidade de Paris, é enigmaticamente conhecida como a cidade do romance, sofisticada, dedicada às artes, uma das mais inteligentes cidades do velho continente, deveria por isso, ter tido mais cuidado com a declaração de amor dos milhares de parisienses e turistas que lá foram, alguns de propósito, deixar para a prosperidade a sua prova de amor.
Sinceramente, esperava que fossem recolocados em outro local, expostos, ou reciclados numa forma artística, que fossem homenageados de alguma maneira.
Numa época de tanta violência,com tanta falta de boas noticias, de bons motivos para celebrar, entristece-me o desrespeito a milhares de pequenas celebrações de amor.

Texto: Guilherme de Castro
foto: alquimia do viajante